Não serei o poeta de um mundo caduco. Também não cantarei o mundo futuro. Estou preso à vida e olho meus companheiros. Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças. Entre eles, considero a enorme realidade. O presente é tão grande, não nos afastemos. Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas. Carlos Drummond de Andrade
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Golpe à brasileira
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Roberto Civita e Pedro II - por Gastão Reis
Minha identificação: Gastão Reis Rodrigues Pereira
quarta-feira, 13 de março de 2013
CONVENÇÃO MUNICIPAL PSDB/Petrópolis - Composição da REUNIR
Abs.
Rodrigo Otávio Bastos Silva Raposo
quinta-feira, 7 de março de 2013
RECADASTRAMENTO DE FILIADOS DO PSDB/PETRÓPOLIS
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
A democracia da competência (por José Serra)
terça-feira, 2 de agosto de 2011
PROGRAMA DO PSDB: Aperfeiçoar a democracia
ideal que motiva e orienta nossa atuação como partido político.
Preocupado em aperfeiçoar a democracia, o PSDB nasceu
parlamentarista. Continuamos parlamentaristas, embora reconhecendo que o
parlamentarismo não está na ordem do dia desde que o plebiscito de 1993
manteve o presidencialismo.
Não nos conformamos, porém, com os traços anti-democráticos que o
presidencialismo assumiu nas mãos de nossos adversários: desmoralização do
Congresso, desorganização dos partidos, concentração de poderes formais e
informais no Executivo. Tudo isso desilude o eleitor, semeia a instabilidade
política e cria o risco da volta de pseudo-soluções autoritárias, como se
observa em países vizinhos.
Apesar de sermos parlamentaristas, acreditamos que é possível
melhorar o presidencialismo brasileiro. Para isso, buscaremos consenso na
sociedade e nos partidos a fim de substituir três peças gravemente defeituosas
do nosso sistema político: as eleições proporcionais com lista aberta e o uso
abusivo de medidas provisórias e dos chamados “cargos de confiança” pelo
Executivo.
Fonte: PSDB. Novo Programa do PSDB (23/11/2007). Disponível em <https://www2.psdb.org.br/index.php/psdb/programa/>. Acesso em 2 jul. 2011.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Onde é que fica a praça?
Desculpem-me, mas eu não estou nada satisfeito com a democracia brasileira. A sensação que ela me traz com frequência é a de um angustiado aperto no peito, como naqueles pesadelos em que queremos falar e não conseguimos.
Preocupo-me com os destinos de minha terra, daí percebo que minhas preocupações vão morrer minhas, ou, quando muito, vão derivar em alguma sociologia de botequim, ou em alguma mensagem numa garrafa à espera que alguém a encontre, nesse mar de informação que é a internet.
Preocupo-me. Quer dizer então que o cidadão, eu, está fadado à irrelevância? Que meu poder de opinar se limita ao exercício de um poder de decisão diluído em 1parte para 110.000.000, que exercito a cada 2 anos? Essa é a parte que me cabe na democracia brasileira?
Uma dose tão homeopática de participação política é aguada demais para fazer com que eu me sinta cidadão. Culpo-me, será que fui eu que me alienei do processo político? Não estarei eu passivamente a reclamar um direito que só ativamente poderei conquistar?
Decido então filiar-me a um partido político, crente nos canais democráticos institucionais. Fico aguardando haver nos diretórios ao menos um desses murais de igreja, avisando de reuniões, discussões. Acho que procurei muito pouco, pois não vi essas oportunidades de discutir a agenda de meu partido, seus planos para minha cidade, meu estado, meu país.
Parece que saí daquela história, em que o sujeito deseja justiça, mas diante do tribunal há um guarda a impedir a entrada. Indagado, o guarda adverte que ele é só o primeiro, que outros, mais poderosos e terríveis estarão à espera em cada ante-sala do palácio.
Que farei? Atrevo-me a indagar: que faremos? Aguardaremos que, às portas de nossa morte, o guardião nos revele, cruelmente, que as portas estiveram sempre abertas, mas apenas aos que se atreveram a cruzá-las?
Ou, confrontaremos o primeiro guardião, arriscando-nos a ser desdenhados por seu poder, talvez feridos no corpo e na alma?
Será o caminho subornar o guarda? Talvez pedir a um conhecido que interceda por nós, nos salões secretos? Não! Recuo cheio de horror. Isso seria ser morto no primeiro combate, ou pior, suicidar-se, pois que cidadão restará se a chama que deveria animá-lo houver se apagado?
Então, por gentileza, se você encontrar essa garrafa, digo, esse texto, por favor, avise que eu procurei pouco, conte que eu estou mal informado, conte onde é que fica a praça. Ou, ao menos, mande avisar que você também está perdido, pois aí, então, já seremos dois.
Rodrigo Otávio Bastos Silva Raposo
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Coligações partidárias e suplência
Interessante também o pleito da União, para que em tal caso seja empregada a técnica do "prospective overruling", ou seja, caso o STF entenda por uma mudança de tal monta na forma como é aplicado o instituto da suplência, que tal mudança só se efetive a partir do julgamento definitivo da matéria, nos casos que ocorrerem dali por diante.
Agora, é aguardar o julgamento definitivo, que será certamente enriquecido pelo contraditório e pelas discussões na Corte.
